"Had I been born Chinese, I would have been a calligrapher, not a painter". Pablo Picasso (1881- 1973). (Se eu tivesse eu nascido um chinês, eu teria sido um calígrafo, não um pintor).
Ideogramas executados pela calígrafa Susan Hirata.
(Todos os direitos reservados)
Cursos Livres em fevereiro/ 2010 Encontram-se abertas as inscrições para os Cursos Livres promovidos pelo Mandarin ArtStudio em São Paulo e em Florianópolis dias 27 e 28/02. Saiba mais em Cursos Livres.
Em novembro o Mandarin Artstudio comemorou a passagem de seu 2º aniversário de fundação com a ampliação de suas atividades inagurando departamento de ArtStudio voltado para projetos de design gráfico e corporativos. Informe-se através do telefone: (11) 9878-1239/ 2764-1339 ou email: mandarin.artstudio@gmail.com E veja as novidades em Design Gráfico produzidos pelo studio em "Artstudio".
Biblioteca - Novasaquisições:
Janeiro/ 2010
GRAHAM, Martha / Memória de Sangue; tradução Cláudia Martinelli. _ São Paulo: Siciliano, 1993. Título original: Memory Blood, 1991.
Novembro/2009
Autor: Gordon Barrass British Museum Press, 2002 (Em inglês)
Outubro/ 2009 DAL-JA, Shin. Coletânea de poesias. LTI Korea, Korea Literature Translation Intitute.Premiada poetisa coreana, Dal - Ja nasceu em 1943 na província deGyeong- nan. Em 1989 recebe o Prêmio Coreano de Literatura com acoletânea "Olhando os Pássaros". Em 2007, o prêmio literário Young-Rang com o poema "Apaixonadamente". Em 2009 recebeu o 17º Prêmio Gou-Cho, entre outros.
Shufa: A Arte da Caligrafia Chinesa" na Faculdade de Educação (USP)
Data: de 2 de setembro a 11 de novembro de 2009. O curso será ministrado pela calígrafa e Professora Susan Hirata. Informe-se: (11) 9878-1239/ 7682-9769 email:susan.hirata@usp.br
* Assista o vídeo com os dois arquitetos suíços que construíram o ginásio "Ninho de Pássaro", das Olimpíadas de Beijin. Veja em links.
* Aconteceu de 1 a 7 de julho a "7ª Festa Literária de Paraty". China na FLIP A literatura chinesa marca presença na FLIP, pela primeira vez, com avinda da jornalista Xinran e do romancista Ma Jian, que dividem mesa emParaty. Xinran é autora, entre outros, de As boas mulheres da China(2002), no qual reuniu depoimentos de mulheres vítimas de violência,obtidos num programa de rádio criado pela escritora na década de 1980.Ma Jian utiliza-se da ficção para falar de seu país, caso de Pequim em coma (2008), escrito em primeira pessoa por uma vítima fictícia do massacre da Paz Celestial.
A China no Divâ -Aconteceu dia 02/julho, com a mediação de Angel Gurría-Quintana Ma Jian, em Pequim em coma, remexeu em umaferida delicada da história recente da China: o massacre da Praça daPaz Celestial, que completa vinte anos em 2009. Já a jornalista Xinranfoi buscar cicatrizes mais antigas: seu livro mais recente, Testemunhas da China,traz relatos de sobreviventes da revolução cultural liderada por MaoTse-tung, que matou em torno de um milhão de pessoas entre 1966 e 1976.Num caso como noutro, estão expostos os pontos cegos da nação que develiderar a economia do século XXI.
Ma Jian
Depois que sua seleção de contos Stick out your tongue(1987), um retrato realista e assombroso do Tibete, foi banida em seupaís, o escritor, fotógrafo e poeta Ma Jian (1953, Qingdao, China)mudou-se e há dez anos vive na Inglaterra, em exílio voluntário. Suasandanças pelo interior da China deram origem à narrativa de viagem Red dust (1980). No irônico The noodle maker (2004), explicitou as contradições resultantes da liberdade de mercado e da opressão política em seu país. Seu último romance, Pequim em coma (2008), é escrito em primeira pessoa por uma vítima fictícia do massacre da Praça Tiananmen, a Praça da Paz Celestial).
Xinran
Com a abertura política da década de 1980 em seu país, a jornalistae escritora Xinran (1958, Pequim, China) criou um programa de rádioque, durante oito anos, firmou-se como via de expressão para mulhereschinesas vítimas de violência. Impossibilitada de publicar os relatos,mudou-se para Londres e lá lançou As boas mulheres da China (2002). Integrou a equipe do Guardian até 2008 e publicou suas colunas em O que os chineses não comem (2006). Também escreveu Enterro celestial (2005) e Testemunhas da China (2008), no qual cidadãos chineses, já idosos, relembram os anos sob o governo de Mao Tse-tung).
A coreógrafa alemã , Pina Bausch, faleceu dia 30 de junho de 2009, na cidade de Wuppertal, onde dirigia a sua companhia de dança Wuppertaler Tanztheater, a coreógrafa e dançarina alemã, que recebeu o Japan's Kyoto Prize, além do Laurence Olivier Award,da Inglaterra; do Goethe Prize, da cidade de Frankfurt. Leia na íntegra textoS do Independent e Stanford University ( veja em links). Assista a trecho do filme: "Fale com ela", de Pedro Almodóvar (1992), com participação de Pina Bausch: http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/multi/2009/06/30/04023268CC816346.jhtm?pina-bausch-no-filme-fale-com-ela-04023268CC816346
Beijing 8 / 8 / 2008
Abertura das Olimpíadas de Beijing
Aconteceu em junho / 2008
Palestra e Oficina deCaligrafia Chinesa ministrada no Colégio Palmares, SP.