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Ideogramas executados pela calígrafa Susan Hirata.

* Had I been born Chinese, I would have been a calligrapher, not a painter". PABLO PICASSO (1881- 1973). (Se eu tivesse eu nascido um chinês, eu teria sido um calígrafo, não um pintor).

* Assista ao vídeo com os dois arquitetos suíços que construíram o ginásio "Ninho de Pássaro", das Olimpíadas de Beijin. Veja em links.

* Curso com a calígrafa e professora Susan Hirata: "Shufa: A Arte daCaligrafia Chinesa" na Faculdade de Educação (USP) , para crianças de 7 a 12 anos. De agosto a outubro. Aguarde!

* Acompanhe a "7ª Festa Literária de Paraty", de 1 a 5 de julho.
  China na FLIP
 A literatura chinesa marca presença na FLIP, pela primeira vez, com avinda da jornalista Xinran e do romancista Ma Jian, que dividem mesa emParaty. Xinran é autora, entre outros, de As boas mulheres da China(2002), no qual reuniu depoimentos de mulheres vítimas de violência,obtidos num programa de rádio criado pela escritora na década de 1980.Ma Jian utiliza-se da ficção para falar de seu país, caso de Pequim em coma (2008), escrito em primeira pessoa por uma vítima fictícia do massacre da Paz Celestial.

A China no Divâ - Mesa Literária 4
Dia 02/julho  17h
Com a  mediação de Angel Gurría-Quintana Ma Jian, em Pequim em coma, remexeu em umaferida delicada da história recente da China: o massacre da Praça daPaz Celestial, que completa vinte anos em 2009. Já a jornalista Xinranfoi buscar cicatrizes mais antigas: seu livro mais recente, Testemunhas da China,traz relatos de sobreviventes da revolução cultural liderada por MaoTse-tung, que matou em torno de um milhão de pessoas entre 1966 e 1976.Num caso como noutro, estão expostos os pontos cegos da nação que develiderar a economia do século XXI.
Tenda dos Autores: R$ 30 ( ingressos esgotados)
Tenda do Telão: R$ 10
Ma Jian

Depois que sua seleção de contos Stick out your tongue(1987), um retrato realista e assombroso do Tibete, foi banida em seupaís, o escritor, fotógrafo e poeta Ma Jian (1953, Qingdao, China)mudou-se e há dez anos vive na Inglaterra, em exílio voluntário. Suasandanças pelo interior da China deram origem à narrativa de viagem Red dust (1980). No irônico The noodle maker (2004), explicitou as contradições resultantes da liberdade de mercado e da opressão política em seu país. Seu último romance, Pequim em coma (2008), é escrito em primeira pessoa por uma vítima fictícia do massacre da Praça Tiananmen, a Praça da Paz Celestial).

Xinran

Com a abertura política da década de 1980 em seu país, a jornalistae escritora Xinran (1958, Pequim, China) criou um programa de rádioque, durante oito anos, firmou-se como via de expressão para mulhereschinesas vítimas de violência. Impossibilitada de publicar os relatos,mudou-se para Londres e lá lançou As boas mulheres da China (2002). Integrou a equipe do Guardian até 2008 e publicou suas colunas em O que os chineses não comem (2006). Também escreveu Enterro celestial (2005) e Testemunhas da China (2008), no qual cidadãos chineses, já idosos, relembram os anos sob o governo de Mao Tse-tung).



                                               Beijing  8 / 8 / 2008

Abertura das Olimpíadas de Beijing

Aconteceu em junho / 2008

 Palestra e Oficina de Caligrafia Chinesa ministrada no Colégio Palmares, SP.

 

Veja mais fotos em " Workshop "

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